sexta-feira, 18 de março de 2011

Tsunamis emocionais e turbilhoes de amor - Fernando Golfar




A humanidade assiste, atônita, ao desenrolar dos acontecimentos.


Ondas gigantes geradas pela acomodação do subsolo marítimo se formam e


varrem a superfície da terra como se a mesma fosse de brinquedo.


Milhares de vidas se vão para a Pátria de origem, isso nós bem sabemos.


Mas grande parte do mundo sequer entende o que isso significa.


E, grande parte assiste aos vídeos amadores feitos, que registram a tragédia,


E os noticiários não cansam de divulgar o numero de mortos que não para de crescer.


E quase a totalidade do mundo inteiro se foca naquela parte do planeta,


Com pensamentos e sentimentos de medo, pena, terror.....


Seremos os próximos?


É o início do final do mundo, tão esperado?


E as ondas de água se tornam pequenas diante das ondas emanadas


Pelos seres humanos, que desequilibram ainda mais a energia planetária


Com seus apegos, seus medos, suas formas-pensamento trágicas.


(Muitos outros ainda buscam o culpado pelo ocorrido.)


E nós, que buscamos o equilíbrio energético, o assistencialismo,


a ajuda ao próximo, nos vemos sugados energeticamente, pela repercussão


das ondas marítimas. Não pelos que se foram, mas pelos que aqui ficaram.


(Algo parece estar errado)


Nesse momento, onde a população do mundo deveria focar seus sentimentos


Na questão do assistencialismo extrafísico daqueles que se foram, ou quiçá


No assistencialismo intrafísico dos que por aqui ficaram, a grande parte do mundo


Vibra uma negatividade de horror e medo, gerando ainda mais desequilíbrio


Nesse planeta que foi e está sendo tão maltratado por nós, seus habitantes.


As Tsunamis marítimas desaparecem perto das Tsunamis emocionais densas,


E o mundo se foca, perplexo para o local do epicentro do acontecimento.


Os noticiários não param de informar que outros tremores ainda vão acontecer,


Inclusive em outras partes do mundo. E a população, aumenta ainda mais


A vibração da negatividade, do desespero, do pavor.


Vamos buscar nesse momento, mostrar a que viemos.


Vamos transformar


em pequena e insignificante as Tsunamis marítimas e emocionais densas,


Contra atacando-as com infinitas “Tsunamis de Amor”, emanadas pelo nosso


pensamento mais elevado, nossos sentimentos mais puros.


Deixemos nas mãos do Criador a decisão daquilo que deve acontecer,


Pois que sabemos que tudo que acontece é permitido por Ele,


e se acontece, tem uma razão de ser.


Vamos invadir o nosso planeta com as Tsunamis de amor, iniciando em nosso lar,


no nosso trabalho, junto aos que convivem conosco.


Emanando sentimentos puros


e amorosos certamente estaremos fazendo muito mais do que a grande maioria


Que ainda busca, incessantemente, um culpado pelo acontecimento.


(Como se isso fosse importante).


Devemos sempre lembrar que a natureza apenas age em sentido a uma lei de


Causa e efeito, que não julga se é bom ou ruim, pela sua relatividade.


Ela apenas age.


Que possamos inundar nossos corações de amor e praticar, nesse momento,


O assistencialismo exemplificados pelos grandes seres que por aqui passaram.


E que as tsunamis emocionais em ação gerem turbilhões de amor em reação,


E que possamos inundar o planeta todo com essa luz, que nada mais é que o
Reflexo da Luz emanada pelo coração dos grandes Mestres.



contribuição de Magdalena Piga (redeaquariana)

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